DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO NO MERCADO DE TRABALHO BRASILEIRO: UMA ANÁLISE PARA O ANO 2015

Pietro Andre Telatin Paschoalino, Wander Plassa, Moisés Pais dos Santos

Resumo


Nos últimos anos, se observa que questões relacionadas à discriminação no mercado de trabalho ganham cada vez mais espaço. Como forma de contribuir com essa discussão, o objetivo deste trabalho é estimar as equações de salários para homens e mulheres, além do diferencial de salários por gênero no Brasil no ano 2015. Nos procedimentos metodológicos foram utilizados a decomposição de Oaxaca-Blinder e equação Minceriana para determinação de salários. Os resultados evidenciam que as mulheres obtém maior retorno à educação, equanto que homens à experiência no mercado de trabalho. Com relação a decomposição de Oaxaca-Blinder foi possível observar que logaritmo do salário-hora entre gêneros é diferente, em que a diferença total é de 13%, favorecendo os homens. Por fim, a educação foi a grande responsável pelo efeito discriminação não ser ainda maior enquanto que a experiência agiu no sentido de aumentar a discriminação.

Palavras-chave


Diferencial de Salário; Equação Minceriana; Discriminação.

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