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ECONOMIA NORDESTINA

 

Está disponível o Volume 2 da Série BNB SETORIAL, que contempla as análises setoriais publicadas em 2017. Os 5 volumes já estão publicados na página do Banco (https://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/livro.aspx).

 Índice:

 

  1. Indústria da Construção
  2. Indústria de bebidas alcoólicas
  3. Situação do setor sucroenergético nordestino: safra 2015/16
  4. Produção de algodão
  5. Indústria de bebidas não alcoólicas
  6. Análise das contas regionais 2010 - 2014
  7. Energia Eólica
  8. Retrato da Silvicultura na Área de Atuação do BNB
  9. Semiárido: Setores estratégicos e o déficit na produção de bens finais
  10. Infraestrutura de saneamento na Região Nordeste: situação atual e perspectivas
  11. Desempenho da apicultura nordestina em anos de estiagem
  12. Produtor de café no Brasil: mais agro e menos negócio
  13. Produção de grãos: grandes desafios do agricultor brasileiro
  14. Indústria siderúrgica
  15. Comportamento recente da fruticultura na Área de Atuação do BNB
  16. Setor têxtil
  17. A adaptação do Nordeste ao cenário de modernização da cocoicultura brasileira
  18. Indústria petroquímica
  19. Produção de grãos: feijão, milho e soja
  20. Turismo no nordeste: aspectos gerais
  21. Novas perspectivas de investimento
  22. Cajucultura nordestina continua em declínio
  23. Textile industry
 
Publicado: 2018-09-05
 

ANÁLISES SETORIAIS = SANEAMENTO, COUROS E CALÇADOS, SIDERURGIA, ENERGIA EÓLICA

 

O Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE disponibiliza novas análises setoriais:

 

SANEAMENTO

No primeiro semestre de 2018, o Banco do Nordeste investiu R$ 848 milhões no setor de saneamento básico

O saneamento básico compreende o abastecimento de água, coleta e tratamento de esgotos, limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais, serviços essenciais para garantir a salubridade ambiental e dignidade humana. Beneficia também atividades econômicas, como o turismo e traz a valorização imobiliária nas áreas que dispõem desses serviços. A situação do saneamento ainda é precária no Brasil, especialmente nas regiões Norte e Nordeste, com índices de distribuição de água de 55,4% e 73,6, respectivamente. Coleta de esgoto de 10,5% e 26,8% e tratamento de esgoto gerado de 18,3% na região Norte e 36,2% no Nordeste. O volume de investimentos não tem sido suficiente para reverter esse quadro. Torna-se, então, necessária a formulação de políticas públicas que promovam avanços ao setor. O Governo Federal tem realizado articulações visando atrair investimentos, como as licitações realizadas no âmbito do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) para a elaboração de estudos técnicos para a estruturação de parcerias com a iniciativa privada e a proposição de mudanças no marco legal de saneamento através da medida provisória 844/18, assinada em 6 de julho de 2018. O Banco do Nordeste possui linha de financiamento específica para o setor, o FNE Água.

 

COUROS E CALÇADOS

Nordeste faturou com exportações US$ 420 milhões, 56% do faturamento do País

Este trabalho analisa as indústrias de couro e calçados no Brasil e nele são estimados os valores da produção industrial por atividades econômicas, com ênfase na área de atuação do Banco do Nordeste. O estudo contempla também informações sobre as características das indústrias e apresenta um panorama da atividade no mundo e no Brasil e, particularmente, no Nordeste. A indústria de calçados deve-se estabelecer nos planos nacional e internacional, dado que a estratégia de inserção do País na cadeia global de valor pode definir a sustentabilidade da indústria. Além de agregar valor ao produto nacional, é fundamental o contínuo desenvolvimento das atividades de promoção, comercialização e distribuição dos produtos no âmbito externo, para fortalecer a marca e a imagem dos produtos brasileiros e ampliar a diversificação de mercados exportadores. Apesar da elevada taxa de desemprego, o consumo de calçados no Brasil apresenta sinais de recuperação, mas ainda não atingiu o patamar de 2014. No Nordeste, nos primeiros cinco meses de 2018 em relação a 2017, as exportações foram bastante satisfatórias em termos de faturamento, e esta tendência deve se manter decorrente da valorização do dólar. Espera-se, portanto, crescimento econômico em torno de 1,5% em 2018 e por consequência as indústrias de couro e calçados do Nordeste e do Ceará devem acompanhar também esta tendência.

 

INDÚSTRIA SIDERÚRGICA

Medidas protecionistas influenciam as perspectivas para a indústria siderúrgica

Após período de queda nas vendas, a indústria siderúrgica nacional retoma o crescimento. Também, na geração de empregos, Ceará e Rio de Janeiro tiveram destaque nacional, por conta da instalação nesses estados de duas grandes siderúrgicas. Em 2017, as vendas internas de produtos semiacabados e laminados cresceram 2,3% em relação a 2016, enquanto as exportações 43% no mesmo período. Já no primeiro quadrimestre de 2018, a alta das vendas internas atingiu 14,7%, enquanto as exportações 0,6% em quantidade e 23,8% em valor, em relação ao mesmo período de 2017. Em termos mundiais, o aquecimento da demanda por aço tem sido lento nos últimos anos, mas com previsão de alta de 1,6% para 2018. Esse cenário de crescimento, mesmo que relativamente discreto, pode ser fortemente afetado pelas recentes medidas protecionistas implementadas pelos Estados Unidos para os produtos siderúrgicos, que consistiu na imposição de tarifa de 25% sobre as importações de aço daquele país. O Brasil, como outros países, negociou a ausência dessa tarifação nas importações do aço brasileiro pelos EUA, mas com o comprometimento de limitar as exportações a um volume equivalente a média dos últimos 3 anos, o que, na prática, significa a imposição de cotas à indústria brasileira por parte dos EUA. Estimativas do Instituto Aço Brasil apontam para reduções das vendas de produtos siderúrgicos brasileiros que variam de 7% para os semiacabados (72% do valor das exportações de produtos siderúrgicos para os EUA em 2017), e de 20% em média para os produtos acabados. Em termos mundiais, a imposição dessa tarifa trouxe como consequência imediata a alta dos preços dos produtos siderúrgicos. No curto prazo, outro fato que poderá ocorrer como resultado dessas medidas protecionistas americanas é uma escalada de protecionismo no comércio mundial de produtos siderúrgicos.

 

ENERGIA EÓLICA

Em 2017, a fonte eólica foi responsável por 45,4% da energia elétrica gerada no Subsistema Nordeste, superando as fontes hídrica e térmica

A fonte eólica já representa 8,2% da capacidade instalada de geração elétrica do Brasil, superando a marca de 13 GW em julho, 84% situados no Nordeste. Dos nove estados nordestinos, oito possuem projetos eólicos implantados, com destaque para a Bahia e o Rio Grande do Norte. Considerando os empreendimentos previstos para entrar em operação, a fonte eólica terá participação ainda mais expressiva nos próximos anos na geração elétrica da Região. Os resultados dos dois últimos leilões de compra e venda de energia elétrica promovidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, consagram a fonte eólica como a alternativa de geração mais competitiva no Brasil. No 27º Leilão de Energia Nova – LEN, realizado em 5 de abril, foram aprovados 114,4 MW em projetos de energia eólica, todos na Bahia, ao preço médio de R$ 67,60/MWh, o mais baixo já registrado nos leilões realizados pela ANEEL. No 28º LEN, ocorrido em 31 de agosto, foram comercializados 1.125,7 MW, todos na Bahia e no Rio Grande do Norte, ao preço médio de R$ 90,45/MWh. As previsões da Empresa de Pesquisa Energética – EPE indicam que a geração eólica crescerá 11,0% a.a. entre 2016 e 2026, ano em que alcançará 28,5 GW, o que demandará investimentos da ordem de R$ 86 bilhões no período, tendo por base o preço médio de R$ 4,67 milhões/MW verificado no último leilão (28º. LEN). O Nordeste será a região mais contemplada nos investimentos, em função de sua elevada competitividade. A expansão da geração eólica no Nordeste tem recebido o apoio do Banco do Nordeste. Em 2017 e 2018 (até 31/agosto), o Banco contratou o montante de R$ 2,55 bilhões em projetos eólicos, com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste.


 

 

Na página https://www.bnb.gov.br/publicacoes/CADERNO-SETORIAL você terá acesso a todo o acervo e poderá acompanhar o setor ou segmento de sua preferência. O Caderno Setorial ETENE é uma publicação mensal que reúne análises de setores da economia nordestina e, eventualmente, temas transversais. Com uma redação eclética, esta publicação se adequa à rede bancária, pesquisadores de áreas afins, estudantes, e diversos atores do setor produtivo.

 
Publicado: 2018-09-06
 

DIÁRIO ECONÔMICO ETENE – DEE

 

Brasil está entre os 10 maiores produtores e consumidores de petróleo

 

“O Brasil está entre os 10 maiores produtores de petróleo e derivados do mundo. Considerando a extração de petróleo das camadas do pré-sal, as empresas que atuam no País possuem capacidade de produção, refino de distribuição de derivados sem necessitar recorrer a elevadas importações para abastecer o mercado interno”

 

O documento de hoje está disponível: Edição Atual

 

As edições anteriores do Diário Econômico podem ser consultadas: Edições Anteriores

As demais publicações do ETENE estão disponíveis no portal do Banco do Nordeste: Publicações ETENE

 
Publicado: 2018-06-26 Mais...
 

PUBLICAÇÃO DE LIVROS CIENTÍFICOS

 

Prezados(as) Pesquisadores,

Divulgamos para V. Sas. três livros editados pelo Banco do Nordeste do Brasil e coordenados pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE.

Boa leitura!

 

QUEIJO COALHO ARTESANAL DO NORDESTE DO BRASIL 
Autores: José Fernando Mourão Cavalcante 
https://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/livroDetalhe.aspx?cd_livro=279

 

APLICAÇÕES DE MODELOS E TÉCNICAS NA DETECÇÃO DE VARIABILIDADE NO CLIMA E EXTREMOS 
Autores: Maria Elisa S. Silva, Tércio Ambrizzi, Teresinha de Maria Bezerra Sampaio Xavier 
https://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/livroDetalhe.aspx?cd_livro=280

 

TURISMO E PRÁTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL EM EMPREENDIMENTOS TURÍSTICOS NO NORDESTE BRASILEIRO 
Autores: Fábio Perdigão Vasconcelos, Laura Mary Marques Fernandes, Luzia Neide Coriolano 
https://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/livroDetalhe.aspx?cd_livro=281

 
Publicado: 2018-04-03
 

O Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste - ETENE publica novas análises setoriais

 

INDÚSTRIA EXTRATIVA DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL

SHOPPING CENTERS

SETOR SUCROENERGÉTICO NORDESTINO

 
Publicado: 2018-02-13 Mais...
 

Cadastro de artigos no portal

 
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Publicado: 2018-02-28 Mais...
 
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