Revista Econômica do Nordeste

A REN é uma publicação trimestral aberta a edições especiais temáticas. Mantida pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste – ETENE e patrocinada pelo Banco do Nordeste do Brasil desde sua criação em 1969. Divulga trabalhos originais de cunho técnico-científico (escritos em português, inglês ou espanhol) resultantes de pesquisas que concorram para a constituição de uma base de informações acerca do desenvolvimento regional e contribuam para a qualificação e a formação de uma consciência crítica em torno dessa temática.

Com classificação Qualis B2 em áreas como economia e planejamento urbano e regional/demografia, a REN conta atualmente com um amplo quadro multidisciplinar de revisores-doutores independentes (em torno de 700), com formação no Brasil e no Exterior.

Notícias

 

ECONOMIA NORDESTINA

 

Está disponível o Volume 2 da Série BNB SETORIAL, que contempla as análises setoriais publicadas em 2017. Os 5 volumes já estão publicados na página do Banco (https://www.bnb.gov.br/projwebren/Exec/livro.aspx).

 Índice:

 

  1. Indústria da Construção
  2. Indústria de bebidas alcoólicas
  3. Situação do setor sucroenergético nordestino: safra 2015/16
  4. Produção de algodão
  5. Indústria de bebidas não alcoólicas
  6. Análise das contas regionais 2010 - 2014
  7. Energia Eólica
  8. Retrato da Silvicultura na Área de Atuação do BNB
  9. Semiárido: Setores estratégicos e o déficit na produção de bens finais
  10. Infraestrutura de saneamento na Região Nordeste: situação atual e perspectivas
  11. Desempenho da apicultura nordestina em anos de estiagem
  12. Produtor de café no Brasil: mais agro e menos negócio
  13. Produção de grãos: grandes desafios do agricultor brasileiro
  14. Indústria siderúrgica
  15. Comportamento recente da fruticultura na Área de Atuação do BNB
  16. Setor têxtil
  17. A adaptação do Nordeste ao cenário de modernização da cocoicultura brasileira
  18. Indústria petroquímica
  19. Produção de grãos: feijão, milho e soja
  20. Turismo no nordeste: aspectos gerais
  21. Novas perspectivas de investimento
  22. Cajucultura nordestina continua em declínio
  23. Textile industry
 
Publicado: 2018-09-05
 

CADERNO SETORIAL ETENE (OUTUBRO) = BOVINOCULTURA + VESTUÁRIO + PETROQUÍMICA + CAFÉ

 

CADERNO SETORIAL ETENE

 

O ESCRITÓRIO TÉCNICO DE ESTUDOS ECONÔMICOS DO NORDESTE - ETENE DISPONIBILIZA NOVAS ANÁLISES SETORIAIS:

 

BOVINOCULTURA

Alto custo e baixo lucro: genética adequada é o caminho factível para a mudança

 

O trabalho objetiva, por meio de dados técnicos e econômicos, apontar alternativas de sistemas de produção com base no lucro, não apenas na busca desmedida da elevada produtividade por animal. Dessa forma, contribuir para a sustentabilidade econômica dos sistemas de produção de bovinos leiteiros. Entende-se que alterar o clima em função do genótipo tem sido prática antieconômica, ao contrário de se utilizarem genótipos adequados ao sistema de produção local. Considerando os baixos preços pagos ao produtor e que o objetivo deve ser priorizar o lucro, é necessário otimizar o uso dos recursos disponíveis. Sistemas de produção com a utilização de pastagens de forma econômica, uso mínimo de insumos e de equipamentos, além de instalações simples funcionais e genética adequada têm apresentado melhores rentabilidade e lucratividade.

 

VESTUÁRIO

O País precisa melhorar sua competitividade para acelerar o crescimento de suas exportações

 

Este estudo versa sobre a indústria do vestuário do Brasil onde se estimam os valores da produção da indústria por atividades econômicas, com ênfase na área de atuação do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), que abrange os Estados do Nordeste e o Norte do Espírito Santo e de Minas Gerais. O documento contempla informações sobre as características da referida indústria e apresenta um panorama da atividade no mundo e no Brasil e, particularmente, no Nordeste. O Brasil foi o 6º maior produtor mundial de vestuário, com produção de US$ 12,58 bilhões. Contudo, conforme dados do ITC – Internacional Trade Centre, observam-se que as exportações em 2017 foram de US$ 139 milhões, ficando na 79ª posição mundial e as importações totalizaram 1,53 bilhão, colocando-se na 39ª posição entre os importadores do mundo. Fica claro que o Brasil, não obstante ser um dos maiores produtores mundiais de vestuário, deteve em 2017 déficit comercial enorme, de quase US$ 1,4 bilhão.

 

PETROQUÍMICA

Investimentos para redução dos custos operacionais e em infraestrutura de transporte

 

O presente documento apresenta informações sobre a indústria petroquímica, de modo que se possa ter um panorama recente do setor no Brasil e no Nordeste, incluindo sua caracterização, desempenho recente e perspectivas. Trata-se de uma atualização do estudo setorial publicado em outubro/2017. Destaca-se que o aumento do consumo de produtos químicos pelo País vem sendo suprido, em grande parte, por importações e, com isso, a indústria química brasileira vem apresentando seguidos déficits na balança comercial nos últimos anos. Em 2017 o déficit totalizou US$ 23,2 bilhões, aumento de 5% em relação a 2016. Entende-se que, no cenário atual, os investimentos e, por conseguinte, os financiamentos, devem ser dirigidos a ações que estejam alinhadas com prioridades estratégicas, especialmente àquelas que se relacionem com a implantação do modelo circular de produção, que pressupõe, entre outras coisas, a redução do consumo de matérias-primas, o reuso, a reciclagem e o uso de energias renováveis. Por fim, também podem ser direcionados investimentos associados à melhoria da infraestrutura relacionada com o escoamento de produtos petroquímicos, especialmente na busca por uso de modais de transporte (aquaviário, ferroviário, dutoviário) mais eficientes do ponto de vista energético.

 

CAFÉ

Produtor: atenção às mudanças climáticas

 

A produção mundial de café na safra 2018/19 deverá ser de 171,2 milhões de sacas, acréscimo de 11,4 milhões em relação à safra 2017/2018. Destas, o Brasil contribuiu com o fornecimento de 9,3 milhões. Há previsão de recordes tanto da produção e importação, quanto da exportação e consumo mundiais e, ainda assim, resultando em um balanço mundial positivo de 3,41 milhões de sacas. O Brasil possui 2,2 milhões de hectares que produziram 60 milhões de sacas, em 2017. O maior produtor, Minas Gerais, detêm 56,6% da área (1,2 milhão de ha) e 53,2% da produção nacional de café (32 milhões de sacas). O segundo maior produtor é o Espírito Santo com 19,8% da área (428 mil ha) e 22,5% da produção (13 milhões sc). A Bahia é o quarto maior produtor nacional, 6,4% da área (138 mil ha) e 7,7% da produção nacional (5 milhões de sacas). Segundo as projeções, a produção em 2028 deve chegar a 71 milhões de sacas, crescimento de 22,4% em relação à 2018. Também, um crescimento no consumo de 22,7% e de 17,2% das exportações entre 2018 e 2028. Há evidências de que as mudanças climáticas possam afetar a produção de café, em virtude da elevação de temperatura.


 

 

Na página https://www.bnb.gov.br/publicacoes/CADERNO-SETORIAL você terá acesso a todo o acervo e poderá acompanhar o setor ou segmento de sua preferência. O Caderno Setorial ETENE é uma publicação mensal que reúne análises de setores da economia nordestina e, eventualmente, temas transversais. Com uma redação eclética, esta publicação se adequa à rede bancária, pesquisadores de áreas afins, estudantes, e diversos atores do setor produtivo.

 
Publicado: 2018-11-23
 
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